Com apoio da vereadora Dulce Manosso (PSDB), a professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Mirian Aveiro, que é coordenadora geral da região centro-oeste das incubadoras tecnológicas de cooperativas populares (ITCP), manteve reunião com as famílias do Assentamento Itamarati para discutir a produção de peixe, de leite e de frango.
Segundo a professora, um projeto de sua autoria foi aprovado pelo Ministério da Pesca e deverá contemplar no primeiro momento 200 famílias de Ponta Porã. “O objetivo é investir na produção de tilápia agregando valor ao produto. Os assentados poderão produzir o filé de tilápia e as mulheres poderão utilizar o couro para a produção de roupas, carteiras, cintos entre outros produtos”.
Essa é uma experiência que vem dando certo em Mundo Novo, explica Mirian Aveiro. O espaço para produção é pequeno, já que cada família terá um tanque para criação de peixe medindo 3 metros quadrados com 6.500 litros d’água. O tempo de engorda dos peixes é de quatro meses, período que cada exemplar está pesando em média 500 gramas. Em cada tanque é possível produzir até 250 kg de filé de tilápia três vezes por ano.
A professora fala que discutiu com a vereadora Dulce Manosso e que ela, por sua vez, achou o projeto de grande importância para incrementar a renda das famílias assentadas em Ponta Porã. Mirian diz que no município de Mundo Novo onde o projeto já funciona, as mulheres vendem uma carteira pelo valor mínimo de R$ 70. “É uma atividade bastante lucratividade e o mais importante, só exige mesmo a vontade de cada um de produzir, já que o investimento em cada família é baixo e virá a fundo perdido”, explica.
Segundo a professora, um projeto de sua autoria foi aprovado pelo Ministério da Pesca e deverá contemplar no primeiro momento 200 famílias de Ponta Porã. “O objetivo é investir na produção de tilápia agregando valor ao produto. Os assentados poderão produzir o filé de tilápia e as mulheres poderão utilizar o couro para a produção de roupas, carteiras, cintos entre outros produtos”.
Essa é uma experiência que vem dando certo em Mundo Novo, explica Mirian Aveiro. O espaço para produção é pequeno, já que cada família terá um tanque para criação de peixe medindo 3 metros quadrados com 6.500 litros d’água. O tempo de engorda dos peixes é de quatro meses, período que cada exemplar está pesando em média 500 gramas. Em cada tanque é possível produzir até 250 kg de filé de tilápia três vezes por ano.
A professora fala que discutiu com a vereadora Dulce Manosso e que ela, por sua vez, achou o projeto de grande importância para incrementar a renda das famílias assentadas em Ponta Porã. Mirian diz que no município de Mundo Novo onde o projeto já funciona, as mulheres vendem uma carteira pelo valor mínimo de R$ 70. “É uma atividade bastante lucratividade e o mais importante, só exige mesmo a vontade de cada um de produzir, já que o investimento em cada família é baixo e virá a fundo perdido”, explica.
FOTO: Assentados participaram de reunião sobre projeto
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