
A prefeitura municipal, Câmara de vereadores e o Sindicato Rural de Ponta Porã, estarão realizando uma importante reunião no próximo dia 1 de Agosto, sexta feira, as 18h no plenário da câmara de vereadores para tratar sobre a TAC, (termo de ajustamento e conduta) que está sendo proposto pela FUNAI- Fundação Nacional do Índio, que, quer iniciar um processo que pode culminar com a demarcação de áreas indígenas em 26 regiões produtoras do Estado.
Reuniões como essa que vai acontecer em Ponta Porã, já foram realizadas em Campo Grande, Amambaí, Naviraí e Dourados, onde os técnicos da Famasul, Federação de Agricultura, acompanharam as mesmas e mostram aos interessados o que precisa ser feito imediatamente para coibir o que está sendo proposto pela FUNAI.
Para Famasul, os estudos podem levar a desapropriação com sérias conseqüências para a economia do Estado. Em recente reunião em Campo Grande, o próprio governador André Puccinelli, disse que é praticamente irreversível a política indigenista, que prevê a demarcação de áreas supostamente tomadas dos índios por fazendeiros na década de 40.
O presidente do Sindicato Rural de Ponta Porã, Dr. Ronei Fuchs falando ao programa jornalístico da Radio 91.5 FM Cerro Corá disse que: “Por se tratar de uma questão tão séria, muito mais do que muitos imaginam, uma vez que ela vem afrontando o direito de propriedade, passando por cima da nossa constituição, onde se junta pessoas do ministério publico e da FUNAI, editam portarias para demarcação de 39 áreas indígenas em 26 municípios do Estado, praticamente abrangendo toda fronteira com Paraguai, sem respeitar os direitos dos habitantes nãos índios. Isso não pode ocorrer em hipótese alguma, nós do sistema sindical, através da federação e da confederação, estamos buscando apoio dos políticos do Estado e de toda população para barrar essa onda crescente de expropriação de propriedades, senão este estado será inviabilizado economicamente”.
Reuniões como essa que vai acontecer em Ponta Porã, já foram realizadas em Campo Grande, Amambaí, Naviraí e Dourados, onde os técnicos da Famasul, Federação de Agricultura, acompanharam as mesmas e mostram aos interessados o que precisa ser feito imediatamente para coibir o que está sendo proposto pela FUNAI.
Para Famasul, os estudos podem levar a desapropriação com sérias conseqüências para a economia do Estado. Em recente reunião em Campo Grande, o próprio governador André Puccinelli, disse que é praticamente irreversível a política indigenista, que prevê a demarcação de áreas supostamente tomadas dos índios por fazendeiros na década de 40.
O presidente do Sindicato Rural de Ponta Porã, Dr. Ronei Fuchs falando ao programa jornalístico da Radio 91.5 FM Cerro Corá disse que: “Por se tratar de uma questão tão séria, muito mais do que muitos imaginam, uma vez que ela vem afrontando o direito de propriedade, passando por cima da nossa constituição, onde se junta pessoas do ministério publico e da FUNAI, editam portarias para demarcação de 39 áreas indígenas em 26 municípios do Estado, praticamente abrangendo toda fronteira com Paraguai, sem respeitar os direitos dos habitantes nãos índios. Isso não pode ocorrer em hipótese alguma, nós do sistema sindical, através da federação e da confederação, estamos buscando apoio dos políticos do Estado e de toda população para barrar essa onda crescente de expropriação de propriedades, senão este estado será inviabilizado economicamente”.
FOTO: Ronei Fuchs, presidente do Sindicato Rural
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