
O delegado Mário Queiroz, titular do 1º distrito policial de Ponta Porã ouviu ontem em declarações o chaveiro Herison Freitas Cezar, 25 anos, que teve o nome citado como supostamente envolvido no crime tendo como vítima Walter Avelino, o ´Tinho´, diretor do presídio masculino assassinado na noite de sexta-feira (25) na Vila Áurea. Acompanhada da advogada, Herison Freitas Cezar declarou que “para prestar esclarecimentos quanto ao homicídio, tendo em vista que na data de ontem (segunda-feira, 28) viu sua foto estampada no jornal Folha do Povo figurando como autor da prática do referido crime”.
Ele afirmou que “comparece espontaneamente para colocar-se à disposição da Justiça quanto ao reconhecimento fotográfico, bem como se necessário, para que seja realizado exame residuográfico”. Herison Freitas declarou que “na noite de sexta-feira por volta das 17 horas encontrava-se em solo paraguaio jogando futebol e por volta de 18 horas passou no serviço da esposa, de onde seguiram para casa. Que após chegar na residência não saiu mais, podendo testemunhar a seu favor a esposa, o cunhado Alexandre Abreu dos Santo, o sogro Nelson Espindola dos Santos, uma amiga de nome Vanderléia e mais dois colegas de futebol chamados Fernando e outro conhecido por ´Mumu´, não sabendo de imediato o endereço dos três últimos, mas que necessário poderá fornecer posteriormente o endereço de tais pessoas para intimação”, declarou no termo.
Ele disse ainda que “como a foto divulgada no jornal é a mesma que foi veiculada em um jornal paraguaio quando da ocorrência de um roubo no país vizinho há algum tempo atrás, acredita que deva ter sido envolvido por engano na morte de ´Tinho´, já que naquela ocasião foi acusado de participar no roubo quando na verdade, conforme já devidamente provado, foi refém da pessoa de Juliano (Juliano Correa Lima, acusado e que está foragido)”.
Até ontem, os organismos policiais da fronteira continuavam as diligências no sentido de levantar pistas que possam levar aos que participaram do assassinato do diretor do presídio, Walter Avelino. Mesmo com a cooperação entre as polícias brasileira e paraguaia, não há nenhuma pista concreta que possa levar ao paradeiro tanto do homem que conversou com a vítima momentos antes do crime bem como do autor do disparo. A polícia está procurando Juliano Correa Lima, apontado como suposto autor do tiro que matou Walter Avelino. Mas até ontem a polícia não tinha pistas de seu paradeiro, tampouco dos demais homens que participaram do crime dando cobertura.
Ele afirmou que “comparece espontaneamente para colocar-se à disposição da Justiça quanto ao reconhecimento fotográfico, bem como se necessário, para que seja realizado exame residuográfico”. Herison Freitas declarou que “na noite de sexta-feira por volta das 17 horas encontrava-se em solo paraguaio jogando futebol e por volta de 18 horas passou no serviço da esposa, de onde seguiram para casa. Que após chegar na residência não saiu mais, podendo testemunhar a seu favor a esposa, o cunhado Alexandre Abreu dos Santo, o sogro Nelson Espindola dos Santos, uma amiga de nome Vanderléia e mais dois colegas de futebol chamados Fernando e outro conhecido por ´Mumu´, não sabendo de imediato o endereço dos três últimos, mas que necessário poderá fornecer posteriormente o endereço de tais pessoas para intimação”, declarou no termo.
Ele disse ainda que “como a foto divulgada no jornal é a mesma que foi veiculada em um jornal paraguaio quando da ocorrência de um roubo no país vizinho há algum tempo atrás, acredita que deva ter sido envolvido por engano na morte de ´Tinho´, já que naquela ocasião foi acusado de participar no roubo quando na verdade, conforme já devidamente provado, foi refém da pessoa de Juliano (Juliano Correa Lima, acusado e que está foragido)”.
Até ontem, os organismos policiais da fronteira continuavam as diligências no sentido de levantar pistas que possam levar aos que participaram do assassinato do diretor do presídio, Walter Avelino. Mesmo com a cooperação entre as polícias brasileira e paraguaia, não há nenhuma pista concreta que possa levar ao paradeiro tanto do homem que conversou com a vítima momentos antes do crime bem como do autor do disparo. A polícia está procurando Juliano Correa Lima, apontado como suposto autor do tiro que matou Walter Avelino. Mas até ontem a polícia não tinha pistas de seu paradeiro, tampouco dos demais homens que participaram do crime dando cobertura.
FOTO: Juliano Corrêa Lima continua foragido
Nenhum comentário:
Postar um comentário